Friday, March 31, 2006

Ahu-hu...


Buddy Holly morreu em 3 Favereiro de 1959.
Até hoje esse é o dia em que a música morreu.
(American Pie - Don McLean)
ARTISTA: Buddy Holly
MÚSICA: Rave On
LETRAS

A-well the little things you say and do
They make me want to be with you-oo-oo
{Refrain}
Rave on, it's a crazy feeling andI know it's got me reeling when you Say, "I love you," rave on
The way you dance and hold me tight
The way you kiss and say good-ni-hi-hight
{Refrain}
A-well rave on, it's a crazy feeling andI know it's got me reeling
I'm so glad that you're revealing your love for me
Rave on, rave on and tell me
Tell me not to be lonely
Tell me you love me only, rave on to me

3...

Sujeira. Escuridão. Sangue. Sexo.

O mundo pintado segundo o escritor James Ellroy em a “Dália Negra” não é muito bonito. Conhecido por escrever livros de detetive dos anos 50, Ellroy é seguidor do gênero imortalizado por Raymond Chandler e Robert E. Parker.
O livro começa com uma dedicatória muito curiosa do autor para sua mãe, a dedicatória diz; "Mãe, vinte e nove anos depois, esta despedida em sangue." Geneva Ellroy foi assassinada quando James ainda era criança. Conturbado com esse fato se entregou aos romances policiais baratos, mas logo descobriu os grande mestres. Quando adulto se intrigou com o caso que leu em algo de Jack Webb escreveu sobre o assassinato da jovem Elizabeth Short, que foi encontrada altamente torturada e com o corpo partido ao meio.
Ellroy então conta a história do policial/pugilista Bleichert e como ele se entrega ao crime da Dália Negra (nome dado pela mídia ao caso). O romance conta com os melhores clichês policiais/noir. Policiais honestos x corruptos, mulheres perigosas e um caso difícil de ser resolvido. A narrativa é rica em detalhes de locação e ambientação perfeita dos anos 50. Os personagens são dotados de muita profundidade. Principalmente o protagonista e seu parceiro Blanchard. As motivações dos personagens sempre partem de sentimentos bem desenhados ao longo da obra. Outra curiosidade é quantidade de tramas em tríades. Ao meu ver Ellroy utiliza esse padrão para sempre deixar a sombra de uma dúvida em cada relação. Três fatores envolvidos em um caso sempre deixam alguém traído, como já dizia Machado em “Dom Casmurro”.
Aqui está um desenho simples de alguns conflitos. As fotos são dos atores que interpretão cada personagem no livro.






1ª- Bleichert, Blanchard e Kay ( a tríade como eles se chamam. A tensão sexual/romantica de Bleichert e Kay é conflito)
2ª - Bleichert, Short e Kay (A relação de Kay e Bleichert sempre tem como conflito eterno a morte de Elizabeth Short)
3ª - Blaichert, Madeleine e Kay (Com a obsessão de Blaichert pelo caso Dália Negra, Kay só consegue se afastar dele. A semelhança de Madeleine com Short faz com que eles se aproximem)

4ª- Madeline, Kay e Short (As três são de certa forma as feme fatale da obra. A vida de cada uma interfere diretamente na da outra.)

Wednesday, March 15, 2006

Not just for kids...


Titulo: Wallace E Gromit A Batalha Dos Vegetais
Titulo Original: Wallace & Gromit- The Curse Of The Were-Rabbit
Duração: 84 min.
Direção: Nick Park & Steve Box
Elenco: Peter Sallis, Helen Bonham Carter e Ralh Fiennes
Wallace e Gromit são personagens idolatrados no circuito europeu e americano, no entanto são basicamente desconhecidos no Brasil. O humor inglês dos criadores conquistou o mundo através de outra obra em “stop-motion”, “Fuga Das Galinhas”. O sucesso atingido pelo filme abriu as portas para a produção do longa desses dois personagens, que já eram donos de dois Oscar (o terceiro venho esse ano como melhor filme de animação).
O filme acompanha Wallace e seu cachorro Gromit na caça de pestes que estão a devorar os vegetais da cidade. Na sua luta contra os coelhos o sempre engenhoso Wallace decide realizar uma lavagem cerebral nos animais, que se desse certo eles não comeriam vegetais. No entanto algo dá errado e Wallace acaba virando um Coelhos-homem. O grande mérito do filme são as referências aos grandes filmes de terror, principalmente “Lobisomem Americano em Paris” e “King Kong”. A reações obtidas pelo canino Gromit, mostram o quão difícil é essa arte do "stop-motion". Sem dizer uma palavra ao longo do filme, Gromit diz tudo em seus olhares e expressões.
Um filme feito para ser assistido em família, inocente e leve.

Wednesday, March 01, 2006

17...



17 Diretores...
17 Filmes...
17 Obras referências...

Alfred Hitchcock - O Corpo Que Cai
Sergio Leone - Era Uma Vez No Oeste
Quentin Tarantino - Kill Bill II
Curtis Hanson - L.A. Cidade Proibida
Stanley Kubrick - Laranja Mecânica
Charles Chaplin - Em Busca Do Ouro
Garry Ross- A Vida Em Preto & Branco
Tim Burton - Ed Wood
Billy Wilder - Quanto Mais Quente Melhor
David Lean - Lawrence Da Arábia
Roman Polanski - Chinatown
Steven Spielberg - Os Caçadores Da Arca Perdida
John Ford- O Homem Que Matou o Facínora
Paul Thomas Anderson - Magnólia
Martin Scorsese- Taxi Driver
Frank Capra - A Felicidade Não Se Compra
Woody Allen - Ponto Final

Com esse 17 filmes na bagagem, o cinema parece menor...